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terça-feira, 22 de maio de 2012

Compradores de imóveis da PDG relatam dificuldades


Compradores de imóveis da PDG relatam dificuldades

Em sessão especial, consumidores destacaram que justificativas da construtora são inaceitáveisValdemiro Lopes
“Quando uma família adquire um empreendimento, adquire um sonho e está, muitas vezes, depositando nele a economia de uma vida inteira. Quando a empresa não cumpre o prazo [de entrega], os projetos familiares são desfeitos como se fossem castelos de areia”. A fala do advogado Henrique Guimarães, especialista em Direito do Consumidor, sintetizou o drama vivido por 1240 famílias que enfrentam, há cerca de 18 meses, atrasos na entrega de unidades residenciais por parte da construtora PDG.
O advogado Henrique Guimarães e compradores de imóveis da PDG foram à Câmara de Salvador, nesta terça-feira (22), para relatar aos vereadores da Casa o descumprimento de contratos firmados com a PDG e o histórico de tentativas de diálogo com a empresa, a maior do setor imobiliário da América Latina. Em sessão especial presidida pela vereadora Vânia Galvão (PT), no Plenário Cosme de Farias, vereadores escutaram atentos e se pronunciaram sobre a situação, defendendo a garantia dos direitos dos consumidores.
Além da demora na entrega das unidades, Ney Menezes – um dos representantes de compradores que participaram da sessão – afirmou que “o padrão construtivo é de péssima qualidade”, em comparação a outros imóveis de valor inferior comercializados pela PDG. Segundo Ney, após uma comissão de compradores visitar o empreendimento e fotografar a obra, a empresa a proibiu de realizar novas visitas.
Justificativas
De acordo com Ney Menezes, a PDG justificou o atraso das obras alegando “falta de material de construção e de mão-de-obra especializada”. Os clientes não aceitam a explicação, em virtude da grande quantidade de empreendimentos construídos simultaneamente pela empresa em Salvador e Região Metropolitana. “Por que continuam, então, lançando cada vez mais imóveis?”, questionou Ney.
Também representando os compradores de imóveis, Iulo Lobo acrescentou que a PDG atribui os atrasos à ocorrência de chuvas e à presença de rochas, encontradas nos terrenos. Ao pesquisar o índice pluviométrico disponibilizado pela Defesa Civil de Salvador, em seu site, constatou que o índice foi abaixo da média no período que vai de 2007 até hoje. Iulo ainda afirmou que a greve da construção civil, de 10 de fevereiro a 15 de março de 2011, foi considerada pela PDG fator que contribuiu para o atraso.
No caso dos adquirentes de unidades do Condomínio Pátio Jardins, no Acupe de Brotas, a PDG enviou três cartas protelando a data de entrega. Em novembro de 2010, a construtora informou adiamento de 6 meses, prazo previsto em contrato. Posteriormente, mudou a data para janeiro de 2013 e, finalmente, para março de 2013. “Já quitamos o valor de poupança e as chaves, mas elas não chegaram”, disse Iulo. O advogado Henrique Guimarães chamou a atenção para o fato de o saldo devedor já estar sendo cobrado, embora não tenha ocorrido a entrega da obra.
Na opinião do vereador Sandoval Guimarães (PMDB), é preciso sensibilizar o órgão responsável pela emissão de alvarás de construção na cidade para suspendê-la em relação à PDG, até que seja resolvida a situação.
Também participaram da sessão, à mesa, os vereadores Olívia Santana (PCdoB) e Alcindo da Anunciação (PT). Prestigiaram o debate os vereadores TC Mustafa (PTdoB), Pedrinho Pepê (PMDB), Jorge Jambeiro (PP), Sabá (PRB), Joceval Rodrigues (PPS), Andréa Mendonça (PV), Aladilce Souza (PCdoB), Alberto Braga (PSC), Heber Santana (PSC) e Everaldo Bispo (PMDB).

Fonte: http://www.cms.ba.gov.br/noticia_int.aspx?id=4430

Sessão especial discute situação de clientes da PDG

Os vereadores de Salvador decidiram transformar a sessão ordinária desta terça-feira (22) em sessão especial, com o objetivo de debater a situação das 1.240 famílias que adquiriram imóveis da Construtora PDG e enfrentam atraso na entrega das unidades. A sessão especial, que ocorre às 15h no Plenário Cosme de Farias, é considerada uma resposta rápida da Casa Legislativa à suspensão, através de decisão judicial liminar, da audiência pública que discutiria o tema na sexta-feira passada.

Fonte: http://www.cms.ba.gov.br/noticia_int.aspx?id=4420

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Decisão liminar suspende audiência pública na Câmara

Vereadores consideraram o ato judicial um desrespeito ao Legislativo Municipal e à democraciaRodrigo Soares
Uma decisão judicial em caráter liminar, proferida em mandado de segurança impetrado pela Construtora PDG, impediu a realização de audiência pública na Câmara Municipal de Salvador que discutiria, na manhã desta sexta-feira (18), no auditório do Edifício Bahia Center, o atraso da PDG na entrega de imóveis adquiridos por 1240 famílias. 
A medida liminar de suspender a audiência – concedida pela juíza Célia Maria Cardozo dos Reis Queiroz e enderaçada ao presidente da Casa, vereador Pedro Godinho, e ao presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, vereador Sandoval Guimarães (PMDB) – surpreendeu vereadores e compradores de unidades residenciais que já se encontravam reunidos para o início do debate, quando a decisão foi entregue por uma oficial de justiça. 
A impetrante PDG alega, em petição, que o Projeto de Indicação nº 35/2012, de autoria do vereador Sandoval Guimarães, fere os princípios constitucionais da presunção de inocência e do livre acesso ao Judiciário, bem como a liberdade de iniciativa e harmonia entre os poderes. A citada indicação sugere ao prefeito João Henrique que sejam suspensas as liberações de licenças e alvarás de construção e habite-se para a construtora, “até que a mesma sane as irregularidades”.
A PDG também argumentou que entre a data do convite para participar da audiência pública e a realização do evento o intervalo de tempo foi de apenas um dia. 
Compradores dos imóveis queixam-se do descaso e descumprimento contratual por parte da PDG e revelam um atraso de mais de 18 meses de atraso na entrega das unidades. Para Sandoval Guimarães, o ocorrido representou um “desrespeito à democracia e à sociedade civil organizada”. 
Diante da determinação de suspensão, a audiência foi encerrada, mas a vereadora Vânia Galvão (PT), que a convocou, alertou: “Nada impede que façamos outras audiências”, já que a liminar referiu-se apenas ao impedimento específico do encontro desta sexta. 
O vereador Alcindo da Anunciação (PT) também se manifestou: “Trata-se de uma interferência do Judiciário na Casa Legislativa, que ia discutir um problema relativo ao ato da PDG, lesando a ordem democrática”. Alcindo cogitou a possibilidade de marcar uma audiência com o superintendente da Sucom, Cláudio Silva.
Na opinião do advogado Henrique Guimarães, especialista em Direito do Consumidor e membro da Comissão de Direito do Consumidor da OAB, que defende os direitos de grande parte dos compradores dos imóveis, “o que a PDG conseguiu foi recrudescer os ânimos”. 
Após conversa informal com alguns dos participantes do evento extinto, os vereadores seguiram com lideranças para uma breve reunião em gabinete. 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Entrevista de compradores insatisfeitos na Rádio Metrópole


Duas repórteres da Rádio Metrópole estavam presentes no Feirão da Caixa, no sábado, 05/05.

Compradores insatisfeitos de empreendimentos da PDG que estavam visitando o feirão foram chamados para conceder entrevista à Rádio.

Confira o áudio da entrevista em MP3 no link abaixo, a entrevista começa a partir de 2min e 15s:







PDG transforma sonho da casa própria em pesadelo


Aborrecidos por conta da não realização do sonho da casa própria, clientes da Construtora PDG, que adiquiriram apartamentos de luxo nos condomínios Ikê, Tamari, localizados no Imbui, e Pátio Jardins, que fica no bairro de Brotas, decidiram fazer outro protesto. Desta vez, o cenário foi o stand de vendas da empresa no Feirão da Casa Própria da Caixa , que acontece desde sexta-feira (5) e segue até domingo (6), no Centro de Convenções de Bahia.
O corretor de imóveis Nei Menezes, que comprou um apartamento em 2007 e até hoje não recebeu as chaves do investimento, revelou a reportagem do Bocão News, que os clientes tentam negociar com a construtora que insiste em desrespeitá-los.

"A gente tenta conciliar. E o que pedimos é o cumprimento do memorial descritivo da obra, prometem um tipo de material no apartamento e quando vamos conferir é outro, e inferior. Tentamos negociar com diretores, que dizem que tudo está correto, tudo perfeito, tudo normal. Eles insistem dizer que há problema algum, e o que nós recebemos são apenas respostas evasivas. Um total desrespeito com o cliente", desabafou.

Outra cliente da PDG, Débora Dória, que adquiriu um apartamento em 2008, não confia mais nos prazos que a construtora dá desde o período de atraso das entregas.

“Comprei um apartamento no condomínio Tamari em 2007, e o prazo de entrega era emdezembro de 2010. Recebi várias prorrogações e nenhuma foi cumprida. Agora, eles prometeram entregar em julho deste ano, mas pelo estado das obras, mais uma vez não vão cumprir. Nós somos trabalhadores, pais de famílias. Nós temos o dever de alertar outras famílias a não caírem nessa. Eles brincam com nossos sonhos, e a gente vai mostrar a outra face da PDG", relata Dória
A previsão é que as torres Ikê e Tamari sejam entregues em julho deste ano, já o Pátio Jardins deve entregue em fevereiro do ano que vem.

Vereador Sandoval Guimarães faz projeto de indicação

Durante o protesto, foi apresentado pelos manifestes o projeto de indicação de número 35/12, ao prefeito João Henrique, de autoria do vereador Sandoval Guimarães (PMDB). O projeto "alerta a população sobre o perigo de comprar um empreendimento dessa empresa", além de considerar que "várias obras estão com mais de 18 meses de atraso, para entrega das unidades.

O texto coloca ainda que cabe a prefeitura "regulamentar as concessões de alvarás de construção, para novos empreendimentos habitacionais", ou seja, que não deve ser expedido por meio da Sucom, "licenças de construção, nem alvarás para a Construtora PDG, nem habite-se até que as irregularidades sejam sanadas".



Fonte: http://www.bocaonews.com.br/noticias/principal/fraude/35217,pdg-transforma-sonho-da-casa-propria-em-pesadelo.html

quinta-feira, 22 de março de 2012

CONSUMIDOR ADOTA NOVA POSTURA EM SUA DEFESA

Considerada a maior construtora/incorporadora da América Latina, a PDG (Poder de Garantir), possui mais de 30 empreendimentos em lançamentos em Salvador e Região Metropolitana, contando com milhares de clientes na capital baiana.

Em razão de atrasos na entrega de vários dos seus empreendimentos, que em alguns casos ultrapassam em mais de 18 meses o prazo prometido em contrato, ultimamente tem sido alvo constante de protestos dos clientes, que tem ido às ruas, shoppings, programas de rádio etc manifestar a sua indignação com os prejuízos que estão sofrendo.

Curioso é notar que a empresa encaminhou para clientes de empreendimentosdiversos a mesma desculpa pelo atraso, um suposto problema no terreno, repetida de forma quase idêntica em correspondências que chegaram às mãos dos diferentes consumidores:

"Em (data) foi cravada a primeira estaca teste de concreto. No decorrer da execução das estacas, encontramos um terreno com diferenças nos perfis de sondagens iniciais. As profundidades das estacas variavam com distâncias mínimas de um metro entre elas. Verificamos blocos de estacas onde as mesmas variavam até em 20,0 m de diferença de profundidade.

Este tipo de ocorrência alterou significativamente o ritmo de cravação. Foram colocados mais equipamentos com o objetivo de minimizarmos os problemas e ganharmos mais velocidade. Cravamos estacas com quase 60,0 m de profundidade, processo este extremamente demorado que culminou em um atraso irreversível de mais de 6 meses na execução da obra."

Será que a PDG adquiriu todos os terrenos problemáticos de Salvador? Seria um caso espetacular de falta de sorte ou estaria agindo de forma duvidosa com os seus clientes?

O que se verifica, em verdade, é que a empresa subestimou o fenômeno das redes sociais e da internet, que fazem com que as informações circulem e se espalhem em questão de minutos.Subestimou também a capacidade de mobilização do consumidor moderno, achando que bastaria encaminhar as tais cartinhas que todos ficariam inertes e acomodados.

Longe disso! Foram manifestações durante o Carnaval com faixas, cartazes e camisas,com frases de protesto, passeatas nas ruas, nos shoppings, carros plotados, participação em programas de rádio e televisão!Certamente a empresa não esperava por tamanha capacidade de indignação e mobilização.

Por tudo isso, o caso da PDG em Salvador, com os seus múltiplos empreendimentos atrasados, é definitivamente um divisor de águas em relação à postura mais consciente dos consumidores na luta pelos seus direitos. Note que eles poderiam apenas buscá-los judicialmente, o que manteria a empresa na sua "zona de conforto", já que os problemas permaneceriam ocultos para o restante da população.

A postura de "fazer a diferença", se expondo para expor publicamente os problemas é o que realmente tem o poder de transformar a realidade na relação empresa x consumidor. É quando este último acorda e percebe que, se sozinho nada pode, reunidos despertam a força de um verdadeiro gigante adormecidochamado CIDADANIA. Parabéns aos consumidores da PDG!!!

Fonte: http://www.bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=46216

terça-feira, 13 de março de 2012

PDG Realty enfrenta problemas para cumprir contratos

A diretoria da incorporadora PDG Realty, uma das líderes do mercado imobiliário poderia ter motivos apenas para comemoração em 2011.

O balanço divulgado em 13 de novembro mostra lucro líquido 14% superior ao do acumulado entre janeiro e setembro de 2011, alcançando R$ 752 milhões. São indicadores positivos como estes num mar em que as concorrentes parecem se afogar, que levam a companhia a ter uma imagem sólida junto ao mercado financeiro.

"É uma empresa que, em termos operacionais, é uma das melhores desse setor", avalia Armando Halfeld, da corretora Ativa.

Mas nem uma companhia que carrega essas credenciais está conseguindo driblar os problemas comuns ao setor: atrasos astronômicos no cronograma de entrega das obras. Em apenas um escritório de advocacia, o Dutra & Saad Associados, há nada menos que 45 processos contra a PDG.

"Todos eles partem de pessoas que compraram imóveis em três empreendimentos da PDG localizados no bairro de Ponta da Praia, em Santos", diz Leonardo Saad.

De acordo com Saad, o mercado aquecido é a causa da infelicidade de clientes de diversas incorporadoras, devido a uma série de fatores. Entre eles, o descumprimento de legislações municipais e falta de mão de obra. Some-se a isso os processos de sinergia entre muitas dessas empresas, por conta de uma série de fusões e aquisições que ocorreram nos últimos anos.

É o caso da própria PDG Realty, que comprou a Agre em 2010 e herdou as três obras em Santos. Entre os processos está o do analista de sistemas Sandro Vicenzo. Ele e a esposa compraram um apartamento na torre Porto da Ponta em 2008. O prazo de entrega estava previsto para fevereiro de 2010.

"Acho que nos trataram com falta de respeito. Nunca vi um atraso desses e, além de tudo, sequer deram motivos coerentes para justificar a demora", afirma.

Algo parecido está acontecendo com Adriana do Nascimento Santos Nascimento, que adquiriu uma unidade em outra torre, no mesmo bairro de Vicenzo. Neste caso, o atraso já é de oito meses.

"O novo prazo é fevereiro de 2012, com aviso de que poderá atrasar mais", diz. Por lei, o atraso aceitável é de seis meses. Dessa forma, Adriana também já procurou um advogado.

Além dos processos de fusões e da falta de mão de obra, o setor enfrenta, ainda, outros contratempos. Um deles é o desnivelamento entre projetos devido às aquisições.

"A Agre mostrava problemas financeiros, talvez os projetos que a PDG absorveu fossem problemáticos e a empresa tenha precisado readequá-los aos seus padrões", disse uma fonte.

João Crestana, presidente do Secovi-AP, lembra que esse mercado cresceu 25 vezes em apenas sete anos. "É um indicativo que mostra quanto o setor cresceu rápido. Há mesmo desafios".

Procurada, a PDG Realty não deu entrevista. Do início do ano até quarta-feira (16/11), as ações da PDG caíram mais de 27,3%. Analistas dizem que a queda é reflexo da desaceleração da economia.

Fonte: http://www.brasileconomico.com.br/noticias/pdg-realty-enfrenta-problemas-para-cumprir-contratos_109427.html

segunda-feira, 12 de março de 2012

Construtora deve pagar indenização de R$ 10 mil por não entregar apartamento no prazo

A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ/Ce) manteve a sentença que condenou a Porto Freire Engenharia e Incorporação Ltda. a pagar R$ 10 mil por atraso na entrega de apartamento.
A decisão foi proferida ontem, 4a.feira (07/03).

Segundo os autos, F.E.L.A.F. e L.N.L. firmaram contrato com a construtora em setembro de 2005. A previsão era de que o imóvel, localizado no bairro Cambeba, em Fortaleza, fosse entregue em maio de 2008, o que não ocorreu.
Por conta do atraso, superior ao prazo estipulado de 180 dias, o casal passou a ter despesas com aluguel.

Eles ingressaram na Justiça requerendo a rescisão do documento e a devolução de todo o dinheiro gasto com a compra, além de indenização por danos morais. A empresa, em contestação, sustentou que a possibilidade de atraso era de conhecimento dos compradores.
Defendeu ainda que os prejuízos alegados não foram devidamente comprovados.

Em dezembro de 2010, o Juízo da 13ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza rescindiu o contrato e determinou a devolução da quantia já paga pelo casal, além de indenização de R$ 10 mil a título de reparação moral.
Objetivando modificar a sentença, as partes interpuseram apelação (nº 0012257-66.2010.8.06.0001) no TJ/Ce.

O recurso, no entanto, foi negado pela 5ª Câmara Cível do TJ/Ce, que acompanhou o voto do relator do processo, desembargador Francisco Barbosa Filho.
“A quantia definida [R$ 10 mil] é suficiente para amenizar o constrangimento e a chateação sofridos pelos promovidos, de modo que também serve para desestimular e inibir que tais condutas tornem-se corriqueiras por parte da Porto Freire”, afirmou.

Fonte: http://www.direitoce.com.br/noticias/54266/.html

quinta-feira, 8 de março de 2012

Justiça de SP deu ganho de causa a clientes que processaram a PDG porque o imóvel saiu da faixa da Caixa.

A Justiça de São Paulo deu ganho de causa, em primeira instância, a clientes que processaram uma construtora. Eles foram convencidos de que os imóveis que estavam comprando se enquadravam no programa Minha casa, Minha vida, do Governo Federal.

O conjunto de 25 prédios em Barueri, cidade colada a São Paulo, fez muita gente sonhar. A propaganda e as simulações de financiamento eram do programa Minha casa, Minha vida, que tem juros mais baixos e subsídios, uma ajuda extra do Governo Federal.

“Quando a gente viu, pensou: ‘É agora. A grande oportunidade’”, conta o metalúrgico Márcio Gregório.

Muita gente comprou, pagou as prestações para a construtora, mas na hora de negociar com o banco, que é quem vai financiar grosso da dívida, descobriu que não se enquadrava no programa.

Imagine o caso de uma família que comprou um imóvel ainda na planta pela construtora por R$ 150 mil. Quando o imóvel ficou pronto, a Caixa Econômica Federal avaliou em R$ 175 mil. Nesse, caso a dívida desse imóvel não poderia ser financiada com as condições mais favoráveis do Minha casa, Minha vida. Isso ocorre porque hoje o programa só aceita imóveis avaliados pela Caixa em, no máximo, R$ 170 mil. E família não pode ter uma renda superior a R$ 5 mil. Esses valores mudam dependendo da região do país.

Foi o que aconteceu com Marco Antonio Almedanha em São Paulo. “Acabei não conseguindo financiar nem pelo valor do imóvel nem pelo meu salário”, lembra.

A diferença entre a taxa de juros do programa e as de mercado é de assustar: “A parcela que eles fizeram o cálculo, que seria por volta de R$ 730, R$ 750, vai para uma mensalidade de R$ 1,3 mil, R$ 1,4 mil”, diz o analista fiscal Clóvis Borges.

Pelo menos em primeira instância, a Justiça de São Paulo decidiu que se a construtora prometeu e vendeu os imóveis usando o Minha casa, Minha vida, terá que garantir os benefícios do programa para quem comprou.

“A construtora, em alguns casos, vai ter que fazer o financiamento direto para os consumidores pelo preço que a Caixa faria”, afirma o advogado Marcelo Tapai.

“Se houve uma falha na informação, se houve uma propaganda ao consumidor que foi inadequada, eu acho que a construtora tem que cumprir o que prometeu, sim”, avalia Claudio Bernardes, presidente do Secovi de SP.

Fonte: Site do Jornal Nacional

quarta-feira, 7 de março de 2012

Varela comenta sobre os atrasos nas obras da PDG



No dia 08/03/2012 o jornalista Raimundo Varela comentou na TV Itapoan sobre os atrasos nas obras da PDG, principalmente nas obras do Pátio Jardins no bairro de Brotas e do Ikê e Tamari no Imbuí, ambos em Salvador-Ba.

O jornalista questionou a falta de satisfação por parte da empresa e disse que recebeu em apenas dois dias mais de 500 emails de compradores indignados com a PDG.

Se você também está insatisfeito com a maior incorporadora da América Latina deixe o seu comentário nesse espaço que é de todos os compradores indignados com esta empresa.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Processo contra a PDG no Ministério Público

Pessoal,

A AAERPJ - Associação de Adquirentes do Empreendimento Residencial Pátio Jardins encabecerá um processo contra a PDG no Ministério Público da Bahia, e para isso ganhar força pedem a ajuda de todos.

Precisam de, no mínimo, 100 reclamações!

Essa foi uma das sugestões levantadas durante a reunião da comissão de advogados da Associação.

Abaixo segue o link com o formulário para reclamação.

http://www.mp.ba.gov.br/atuacao/ceacon/fale.asp

Preencha os dados corretamente e relate a sua situação.

É importante que fique registrado também que a empresa continua fazendo propaganda de novos empreendimentos, principalmente na TV, informando que garante o prazo de entrega, o que sabe-se não é verdade, ou seja, propaganda enganosa.

PS: A AAERPJ pede que assim que fizerem a reclamação, avisem no grupo de emails.

Cronograma Inicial das Obras


Lançamento do Empreendimento: Agosto/2008

Início das Obras: Agosto/2009

Data prevista para Entrega: Agosto/2011

1ª Prorrogação de Data de Entrega: Fevereiro/2012

2ª Prorrogação de Data de Entrega: Janeiro/2013

3ª Prorrogação de Data de Entrega: Março/2013

4ª Prorrogação de Data de Entrega: Maio/2013